Três bairros vão dobrar população e abastecimento de água preocupa

Levantamento feito pelo Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Brusque (Samae) aponta que a cidade tende a chegar a 250 mil habitantes até 2050. Situação que requer atenção especial quanto ao fornecimento de água para a população. Três bairros deverão, praticamente, dobrar o número de habitantes até lá.

O levantamento foi feito por uma empresa contratada pela autarquia. Os dados coletados mostram que, atualmente, Brusque tem em torno de 140 mil habitantes, podendo chegar a 150 mil devido à migração. Uma perspectiva de crescimento populacional foi traçada com base nesses números, apontando que a cidade pode chegar a 180 mil em 2030 e 230 mil nas próximas três décadas.

“Esse é um cálculo científico. Não estamos trabalhando com suposições e, sim, com dados coletados, projetados em cima da natalidade da nossa cidade e do crescimento demográfico através da migração, que é quando vêm pessoas de fora e esse estabelecem na cidade”, afirma ele.

Cuzados os dados do crescimento populacional com o de pessoas consumidoras de água hoje, Brusque saltará de 35 mil ligações (34.640) para 65 mil em 2030. Ou seja, vai dobrar a quantidade de consumidores de 2022 até daqui oito anos.

Os dados do levantamento feito para o Samae apontam que três bairros deverão dobrar o número de habitantes. Àguas Claras, que tem, atualmente, cerca de 10 mil, é o mais populoso e deve chegar a 22 mil moradores em 2050.

Outra região é bairro Dom Joaquim, que aparece em franco crescimento populacional. Hoje, são em torno de 8,3 mil habitantes e deve chegar a 20 mil em 2050.

Em seguida aparece o Limeira Baixa. Este quase triplicará a quantidade de moradores, passando dos atuais 5,5 mil para algo em torno de 18 mil.

“Temos que fazer o planejamento adequado para atender essas localidades, sem descartar as demais, mas dando prioridade para que essas regiões não fiquem desabastecidas”, prossegue Molina.

Segundo ele, atualmente, o Samae tem as estações de tratamento com capacidade 300 litros por segundo, todas juntas. A construção da ETA da Cristalina, sem prazo para inaugurar, deve amenizar essa situação: somente ela poderá tratar em torno de 400 litros por segundo, mais que as demais juntas.

“Através dela, teremos a condição de abastecer a cidade até 2050 com tranquilidade”, finaliza.

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