(Vídeo) “A gente ficou muito assustado”, afirma secretário após escolas suspenderem aulas por Covid-19

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Secretário de Educação de São João Batista fala sobre casos de Covid-19 na Educação Infantil

Casos de covid -19 entre professores, funcionários e alunos de escolas de educação infantil de São João Batista, fizeram com que, pelo menos quatro delas tivessem as aulas suspensas nas últimas semanas. Os serviços foram retomados, gradualmente, até a última quarta-feira  (2), ainda com estudantes e servidores cumprindo quarentena. 

De acordo com o secretário de Educação da cidade, Gregório de Souza Filho, a medida foi tomada com base em um plano de contingência, elaborado com suporte da Secretaria de Saúde local. Medias semelhantes já haviam sido adotadas no ano passado, quando escolas também foram afetadas pela pandemia. 

Segundo ele, pela velocidade de contaminações, as decisões precisavam ser tomadas de forma “urgente”, para evitar um aumento descontrolado de casos. “A gente ficou muito assustado foi uma atrás da outra essas quatro creches, nós tivemos mais, né? mas essas quatro ali, foi muito rápido”.

Ele destaca a atuação conjunta com a Vigilância Epidemiológica e Secretaria de Saúde na ação. “Teve o caso de uma sala, por exemplo, de um professor e dois alunos (contaminados), nós já dispensamos esses alunos. Entende? No outro dia, já apareceu em outra sala e, no outro, também, aí veio a Vigilância e fechou toda a creche, já que vimos que está além das crianças da creche, professor, monitor, se contaminando, merendeira e a gente viu que a coisa está indo muito rápido e, antes que aumentasse o surto ali dentro, já nos reunimos”, descreve. 

 

Dentro e fora da escola
De acordo com Souza, depois de dois dias de operação na escola,  outra, em outro bairro, também começou a apresentar casos. A gestão de equipe também foi afetada pela necessidade de afastamento. Mesmo com os cuidados com a higienização, uma das escolas teve oito educadores contaminados. O número subiu para 13, depois de dois dias. 

pediram compreensão dos pais para que mantivessem as crianças em casa pelo período de sete dias estabelecidos como quarentena. “Não temos como trazer essas crianças para as escolas, sob risco de estarem se contaminando ou contaminando também”. 

O secretário também relata casos de risco de contaminação com origem na casa dos estudantes. “Aconteceu  isso, muitos pais estavam contaminados e mandavam essas crianças para as escolas também. E sabemos por termos tidos casos de pais que testaram positivo e foram buscar a criança, que estava dentro da escola”.

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