(Vídeo) Guabiruba Sul recebe sessão itinerante

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Guabiruba Sul recebe sessão itinerante

A Câmara de Vereadores levou parte de sua estrutura, vereadores e representantes do Executivo para o Guabiruba Sul, nesta terça-feira (30). A sessão itinerante ocorreu na comunidade Nossa Senhora de Aparecida. 

As obras desenvolvidas no bairro e a necessidade do controle sobre a poeira e o excesso de velocidade estiveram no foco dos mais de 20 participantes da comunidade. O prefeito Valmir Zirke aproveitou sua participação para confirmar a compra de uma área no bairro para a construção de um centro de eventos. A aquisição será por R$ 12 milhões do valor do superávit do orçamento. Do total, 3 milhões serão pagos de entrada e o restante será pago em parcelas de 250 mil, em 36 meses. 

Morador do bairro e vereador, Ricardo Schlindwein, acredita que o número poderia ter sido maior, mas que o encontro foi positivo. “A gente escuta, durante a semana, bastante questionamento da população, em relação a calçadas, muros, toda a estrutura, como vai ser isso, como vai ser aquilo, até esperávamos um número maior de pessoas, mas foi válida”.

Ele também avaliou como positivo o anúncio feito pelo prefeito.“Esperamos que dê tudo certo. Para a cidade, só tem a ganhar, Guabiruba tem muito o que apresentar, uma parte cultural muito forte”.

Assim como o colega, Wagner Westarb destacou a dinâmica adotada nas sessões itinerantes e a possibilidade de trazer respostas de forma mais objetiva para a população. “É muito importante estarmos mais próximos da comunidade”.

 

Velocidade no foco
Entre os moradores do bairro, Lucimara Schlindwein trouxe anotações dos sucessivos acidentes na via ao longo dos anos e questionou sobre medidas de segurança para serem adoradas na via. Ela ressaltou os resultados benéficos observados com a implantação de faixas elevadas. 

Zirke destacou que o projeto prevê a instalação de redutores e que, em dado momento, chegou a contar com oito lombadas elevadas, mas destacou a necessidade de conscientização. Ele também falou sobre a possibilidade de uso de outras formas de fiscalização de velocidade. "Lombada educa, mas não resolve. Tem que doer no bolso para resolver", comentou.

“Hoje é um problema sério que temos aqui na cidade, não só aqui no bairro”, admitiu. Segundo ele, mesmo que os pedidos sejam da comunidade, é preciso discutir e analisar as possibilidades para reduzir a sensação de insegurança. “Eu sou testemunha disso também. Cada dia que estou aqui, pela manhã, a gente percebe o aumento de velocidade que está acontecendo, não só aqui, mas em toda a cidade”. 

 

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