(VÍDEO) Traumas graves de acidentes cresceram, diz médico

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Traumas graves de acidentes têm crescido, diz médico

A cidade de Brusque vem registrando ao longo dos anos um grande número de acidentes de trânsito, situação que tem, da mesma forma, tirado vidas e mutilado muitas pessoas. Uma realidade que impacta nas vagas de hospitais até a economia. É o que afirma o médico ortopedista e traumatologista Antonio Custódio, da Clínica Ortocento.

De acordo com ele, ao longo dos anos, o crescimento da cidade de Brusque fez com que houvesse um acréscimo na quantidade de ocorrências desta natureza. Grande parte delas resultou em graves traumas nas vítimas.

“Mudou bastante o número de acidentes, bem como a gravidade dos mesmos. Uma coisa digo: para nós, o volume aumentou tanto em número quanto na gravidade. Hoje, temos lesões bem mais graves”, disse ele em entrevista ao programa Rádio Revista Cidade, da Rádio Cidade, comparando a Brusque de hoje com a de duas ou três décadas atrás.

Ele lembra que mudanças nas leis de trânsito, como a obrigatoriedade do uso de capacetes por motociclistas, fez com que esse tipo de ferimento, na cabeça, caísse consideravelmente. No entanto, traumas em outros membros do corpo cresceram.

Os acidentes envolvendo motos lideram as estatísticas, segundo o médico. Com isso, fraturas de pernas e pés, além de bacia e mãos são bastante comuns. Daí, o impacto duplo se mostra tanto na saúde quanto na vida social e econômica.

“Uma coisa que se fala pouco é sobre o custo. Nós pagamos esse custo. Já vi muitas mães que deixaram o emprego (para cuidar de filho acidentado). Muitos jovens que completam 18 anos a hora que vai se tornar produtivo passa a ser um peso e dar prejuízo. Isso quando não tira mãe ou pai do emprego para cuidar dele em casa”, destaca.

O uso do cinto de segurança é um item importante que minimiza o impacto das colisões, no caso dos carros, e os efeitos de ferimentos no corpo. Mas ele pode ser a causa de perdas de vidas, embora em número bem menor, diz o médico. Cerca de 2% das mortes são causadas pelo uso do item.

“Eu prefiro usar o cinto”, afirma, chamando atenção para a importância do mesmo.

O médico afirma que os carros atuais possuem itens que dão mais segurança no impacto contra outros objetos. No entanto, a tecnologia avançada ainda é insuficiente para prevenir e salvar vidas em função de acidentes ou traumas causados por acidentes de trânsito. A prevenção através da conscientização é o grande ponto que faz a diferença. Educação no trânsito nas escolas, a longo prazo, e a punição, a curto, são fundamentais para mudar o quadro.

“Tem dentro do veículo uma gaiola de aço para proteger os ocupantes. No impacto frontal, o motor sai por baixo do veiculo e o carro vai se desmanchando, absorvendo toda a energia cinética, não passando para o passageiro”, aponta ele.

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