Ari Vequi trata de obras de infraestrutura com secretaria estadual

As alças de acesso nas rodovias BR-101 e SC-486 (Antônio Heil), a duplicação da rodovia SC-108 (Ivo Silveira) e o repasse de recursos estaduais para a reconstrução da ponte no bairro Guarani foram temas da audiência do prefeito de Brusque, Ari Vequi, com o Secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Thiago Vieira, em Florianópolis no fim da tarde desta quarta-feira (28). O deputado estadual Valdir Cobalchini também esteve presente no encontro. 

Segundo Vequi, o projeto da nova ponte já está concluído e protocolado no sistema do governo do Estado, aguardando análise para dar prosseguimento nos trâmites burocráticos para a liberação dos recursos. No dia 10 de junho (um dia após a ocorrência) o governador Carlos Moisés da Silva, visitou Brusque depois das fortes chuvas que culminaram com a queda da ponte prefeito Antônio Heil. Na época, houve a confirmação que o governo estadual repassaria recursos para a reconstrução da nova ligação. “Estivemos com o secretário Thiago para pedir agilidade e rapidez na tramitação do projeto a fim de iniciar o mais rápido possível a contratação da empresa especializada, e restabelecer o trânsito no local. O custo do investimento é superior a R$ 1 milhão.

Outro tema foram as desapropriações e indenizações de vários terrenos nas margens da BR 101 e da Antônio Heil, que são necessários para avançar nas obras da nova alça no entroncamento das rodovias. Segundo informou Vieira, o Estado tem acelerado neste processo, para então começar as obras que vão eliminar os congestionamentos. “Este é um dos gargalos logísticos que mais atrapalha os empreendedores de Brusque, pois a SC-486 é a principal ligação entre Brusque e a rodovia federal. 

Por fim, Ari Vequi teve a confirmação da abertura do edital para a duplicação da rodovia Brusque – Gaspar (SC 108) ainda em 2021. Esta é uma obra muito aguardada por toda a região, ligando o vale do Itajaí-mirim com Gaspar e Blumenau. Atualmente a rodovia estadual Ivo Silveira, apresenta desgastes naturais e má conservação, além de não comportar o aumento do fluxo de veículos que precisam se deslocar entre as cidades.

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