(VÍDEO) Prefeitura promete laudo sobre situação de dez pontes em dois meses

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Prefeitura promete laudo sobre situação de dez pontes em dois meses

A Prefeitura de Brusque espera concluir em dois meses laudos sobre as condições de dez pontes espalhadas pela cidade. O trabalho foi motivado justamente por quedas de uma delas, no Guarani, e a cabeceira de outra, no bairro Santa Terezinha. A informação foi confirmada a Rádio Cidade nesta terça-feira (12) pela secretária de Infraestrutura Estratégica da Prefeitura, Andreia Volkmann.

Segundo a secretária, a foi feita a contratação de uma equipe para vistorias nas demais estruturas da cidade.

 “Encaminhamos na sexta-feira (9) a abertura de licitação para contratação de uma equipe especializadas para fazer as vistorias, os laudos, o grau de risco de cada ponte e qual trafego que é permitida em cada uma delas. A gente sabe que a estrutura da cidade mudou muito. Acreditamos que em dois meses teremos um levantamento de dez pontes que foram elencadas como prioridades”, concluiu

Pontes que caíram

As pontes viraram um grande problema para atual administração de Brusque. Além da queda, é necessário a reconstrução e tudo isso leva tempo, o que vem sendo uma dor de cabeça para a Prefeitura e motivo de reclamação da comunidade.

Os períodos burocráticos precisam ser seguidos e as condições climáticas também precisam ajudar, afirma a secretária Andréia Volkmann. A Rádio Cidade foi saber como estão as reconstruções das duas pontes que tiveram danos: a João Libério Benvenutti, popularmente conhecida como Ponte do Santos Dumont, no Santa Terezinha, e a Prefeito Antônio Heil, no bairro Guarani.

A secretária disse que a obra da Santos Dumont está dentro do cronograma e deve ser liberada no final de agosto.

"Foi finalizada a parte do muro de concreto para dar suporte para as vigas. Então, acreditamos que em dez dias começamos a fazer o içamento das guias existentes para posterior colocação da laje. Nós seguimos o nosso cronograma, que é até o final de agosto para liberação do trânsito na ponte. Claro que dependemos das condições climáticas, que felizmente estão nos ajudando e, sempre que possível, vamos avançando as etapas”, explica.

Em relação à motivação da queda da cabeceira, isso é algo que ainda não foi esclarecido, destaca.

 “Os laudos feitos pela equipe de engenharia, da Prefeitura e do consórcio estão em análise pelo processo administrativo. Estamos aguardando essa finalização para informar a população sobre o que aconteceu”.

A ponte do Guarani também acabou caindo. Essa, na sua totalidade e, conforme Andrea, uma empresa está fazendo o projeto da nova estrutura.

“Já temos uma empresa contratada para elaboração do projeto. Estamos aproveitando a questão do estado de emergência para poder realizar a contratação de forma rápida. Acredito que, no máximo, em dez dias já temos esse projeto em mãos e, a partir disso, encaminharemos ao governo do estado para firmar o convenio para liberação de recurso. Nesse meio tempo, a gente começa os trâmites de licitação”, prossegue ela.

De acordo com a secretária, trata-se de uma obra totalmente diferente do que está acontecendo na Santos Dumont.

“É uma ponte que requer um tempo de execução. Conforme a empresa que está fazendo o projeto, a partir do começo da obra teremos um prazo de 120 dias. É obra totalmente nova. Então, tem todos os tramites para serem respeitados. Acreditamos que ultrapasse um milhão de reais, principalmente pela alta nos preços dos insumos”.

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