Ainda é cedo, diz delegado Alonso Torres

Em um dia bastante tumultuado, onde a forte chuva dificultava o trânsito pela cidade, na tarde de ontem (22) a Polícia Civil de Balneário Camboriú teve grande trabalho para atender a três crimes violentos. Em um deles esteve envolvido o empresário brusquense Jair Antônio Vargas (38), cujo corpo foi encontrado pela Polícia Rodoviária Federal crivado por um projétil de arma de fogo, na cabeça. Jair estava preso ao cinto de segurança no banco do carona, a bordo do veículo de sua propriedade, na pista sentido Sul-Norte da BR-101.

Em princípio, a polícia estuda duas frentes para a investigação. Ou foi um latrocínio, que é matar para roubar, ou um crime passional. No entanto, o delegado Alonso Torres diz ser "prematuro para qualquer posicionamento", uma vez que o crime foi muito recente e não há elementos que facilitem as investigações. "Precisamos ter cuidado (nas investigações)", reforça Alonso.

Submetido à autópsia e após ser feita a perícia no veículo, o corpo de Jair foi liberado para a família ainda na noite de ontem (22). Um inquérito policial foi aberto pela delegacia da Comarca de Balneário Camboriú para averiguar o crime.

 

 

 

 

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