Observatório Social completa 10 anos de atuação, em Brusque

Com a intenção de colaborar com a comunidade, o Observatório Social nasceu em 28 de abril de 2010. Completando 10 anos de atuação a entidade soma muito trabalho, mas também muita experiência e adaptação. No começo, um foco mais especifico, as licitações e depois novos seguimentos foram se somando.

O diretor executivo do Observatório, Evandro Gevaerd, participou do programa Rádio Revista Cidade desta quarta-feira (07) e destacou um pouco das ações ao longo desses anos. “Quando começamos tínhamos modelos de observatórios. Começamos muito focados em licitações, mas percebemos que os problemas não eram as licitações, e sim outras demandas também que pudéssemos contribuir, uma delas foi a educação fiscal”.

A atenção para mais temas públicos exigiu do Observatório mais aprimoramento do seu quadro pessoal. “Com o passar do tempo nos preocupamos em trazer para o observatório pessoas que tivessem um conhecimento técnico mais qualificado para poder contribuir com ideias para melhoramento da gestão pública. Com isso pudemos nos aproximar das administrações para propor melhoria em relação as contas públicas e acho que aos poucos conseguimos provar para as administrações a intenção que tínhamos”, afirmou.

É uma década desde que a ideia surge e toma forma. “O Tato Zen trouxe a ideia para Brusque e sensibilizou 11 entidades empresariais na época que se uniram para criar um fundo de manutenção do observatório. Atualmente o Observatório tem uma receita média de R$10 mil por mês, temos cinco consultores contratados, temos um estagiário e alguns serviços contratados”, lembrou Evandro.

Finalizando, o presidente, reforça que o intuito é colaborar. “Desde o início olhamos o gestor público como uma pessoa bem intencionada, a gente nunca pensa o contrário. Acredito que todos os prefeitos vão querer fazer o melhor possível. Claro que não somos ingênuos de não pensar que existem pessoas que pensam diferente. Mas temos um lema, transformar as reclamações em atitudes positivas, propositivas, com a vontade de fazer o bem”, concluiu Gevaerd.

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