Diretora de RH rebate acusação de ilegalidade em processo seletivo da Saúde

A Rádio Cidade foi procurada na última semana por uma servidora da área da saúde que se mostrou insatisfeita em relação aos prazos de contratações emergenciais da Prefeitura de Brusque. Ela diz que, na sua visão, isso é uma forma de beneficiar quem está na lista de espera. É que profisisonais que fizeram o mesmo procesos seletivo estão sendo chamados para contratos de um ano, sendo que o dela e de outros colegas foi feito para apenas 90 dias.

A Reportagem da Rádio Cidade procurou a diretora de Recursos Humanos, Anelise Nagel Ketzer de Souza, a respeito do assunto e das colcoações de que estaria havendo privilégio e ação para passar à frente alguns profissionais. Anelise negou que haja ilegalidade nas contratações. Conforme ela, os contratos eram apenas de 90 dias.

“A contratação temporária é para atender a necessidade do momento. Então, em março, quando foi criado o Centro de Triagem, foi necessário a contratação de profissionais na área da saúde. Precisou de agente de endemias, técnicos de enfermagem. Nesse momento que se criou o CT não se imaginava por quanto tempo seria necessário. Por isso, todos os contratos foram feitos de 90 dias, prorrogáveis por igual período”, afirmou.

Ela diz que a lei prevê contratação temporária por um período de até um ano, prorrogável por mais um, mas isso não significa que todos os contratos teriam esse tempo. O prazo é determinado em cada contrato. “A lei é clara que diz que é um contrato pode ser de até um ano podendo ser prorrogado por mais um ano, mas o que determina o tempo, é o que é estabelecido na assinatura do contrato, nesse caso por 90 dias”, frisou Anelise.

Anelise afirmou que todos os processos estão à disposição da comunidade. “O processo seletivo é publicado no portal da transparência, assim como todas as convocações e todos os contratos, onde está estabelecido o prazo”, finalizou.

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