Rede de postos de combustíveis seria usada para lavar dinheiro

Santa Catarina entrou na rota de uma mega operação federal de combate à lavagem de dinheiro do crime organizado. O volume chega a R$ 30 bilhões, através de ações de membros que estariam ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e uma rede de postos de combustíveis. A cidade de Balneário Camboriú foi um dos pontos onde mandados de busca e apreensão acabaram cumpridos pela polícia Federal.

A ação foi deflagrada ontem, quarta-feira (30). Além da cidade catarinense, também receberam a visita dos policiais municípios em São Paulo, Paraná e Bahia. Um dos presos e que atua no ramo de combustíveis foi condenado pelo envolvimento em um dos maiores assaltos a bancos do país, que aconteceu em 2005, no Banco Central em Fortaleza (CE).

De acordo com a PF, cerca de 70 empresas estão no foco da investigação. Imóveis de luxo, lanchas, iates, helicópteros, caminhões, entre outros foram apreendidos.

Cerca de R$ 730 milhões em contas bancárias foram boqueadas pela justiça. 20 pessoas foram presas a partir de mandados expedidos pela justiça.

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