Moradores procuram polícia contra uso de cerol em pipas

Moradores do bairro Rio Branco, em Brusque, se reuniram com a Polícia Militar ontem, quarta-feira (10), para discutir ações contra o uso de cerol em pipas na região. Uma série de problemas vem sendo notada, além do risco de acidentes por conta do uso do material, que é proibido.

O encontro aconteceu na sede do 18º Batalhão, no bairro Santa Terezinha e o grupo foi recebido pelo comandante da PM, o tenente-coronel Otávio Manoel Ferreira Filho. 

"Ela cai no fio da alta tensão. A linha, ali, sequinha com o bambu não tem problema nenhum. Mas quando chove, ela passa o curto elétrico e ficamos sem energia", destaca o presidente da Associação de Moradores, Rogério da Silva.

Segundo ele, não é apenas o uso do cerol nas pipas que está incomodando a comunidade. A conversa com a PM se deu por conta de pessoas que se deslocam de cidades como Itajaí e Balneário Camboriú para outros fins. Como drogas, por exemplo.

"Estão vindo com drogas, bebidas, invadindo no meio da estrada. A gente tem que parar o carro, porque eles não saem do meio", frisa ele.

A prática do cerol não é algo muito comum na cidade de Brusque. Apesar de haver lei federal e estadual que proibem o uso do material, a ideia é de que seja feita cam,panha de conscientização antes de qualquer medida mais severa.

"A intenção é não começar com lei municipal. A principio, só com trabalho de fiscalização e educação". afirmou o vereador Paulinho Sestrem, que participou do encontro, ao ser questionado sobre possibilidade de se criar legislação local a respeito.

Além de Silva e Sestrem, estiveram no encontro os moradores Ana Cláudio Drosdósky e Edson Vicente Albuquerque Machado.

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