Pedido de cassação é algo político, diz vereador

 

O vereador Paulo Sestrem (Patriotas) disse que reagiu a ataques feito por membros do governo e a ameaça de abrir processo de cassação de mandato contra ele. Tudo motivado por um vídeo feito por ele em mídias sociais, no qual acusa a Prefeitura de manter funcionários cadastrados na inexistente Unidade de Pronto Atendimento (UPA), localizada no Birro Santa Terezinha.

Em entrevista ao programa Rádio Revista idade de quinta-feira (6), Sestrem afirmou que a visita à UPA e deu a partir de informações repassadas a ele por servidores do setor de saúde da própria Prefeitura. Isso teria ocorrido por eles acharem estranho o local fechado e estar incluso no sistema do Ministério da Saúde, no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

“O CNES é um documento público. Até mesmo para dar transparência”, frisou ele.

A partir do que localizou no cadastro, Sestrem afirma que pediu informações ao Ministério da Saúde, que enviara resposta de que não exige cadastro prévio de servidores no sistema, o que derrubaria o argumento do governo.

Com a divulgação do referido vídeo, o vereador disse que passou a ser bombardeado por ações de membros do governo contra sua pessoa.

“Inclusive o vice-prefeito, colocando que estava desmascarando o vereador, que não é assim que se faz. (..) Como se eu estivesse fazendo um trabalho que não fosse de minha alçada”, pontua ele.

O vereador nega que tenha citado em qualquer momento que a Prefeitura tenha feito isso para busca de recursos federais. Para ele, o governo não deveria ter inserido informações sobre atos que não estão sendo executadas.

Sobre o pedido de cassação de mandato dele, conforme anunciado recentemente pelo governo, Sestrem afirma que essa postura denota que a ação é política.

“Foi o município e o secretário que entrou com o pedido de cassação. É algo político. É preciso deixar bem claro isso”, frisa ele, sobre a acusação de quebra de decoro parlamentar.

O vereador chama de “puxa-sacos” funcionários da Prefeitura que saíram em defesa do governo na questão do vídeo e as informações sobre a UPA.

Em relação à manifestação do Conselho Municipal de Saúde (Comusa), que abonou a explicação da Prefeitura sobre a questão da UPA, Sestrem disse que os argumentos utilizados foram infelizes. Principalmente sobre termo utilizado pelo presidente do órgão, Julio Gevaerd, que chamou de leviana a denúncia feita pelo vereador.

Sobre o possível pedido de cassação do mandato dele, Sestrem afirmou estar tranquilo.

“Estou tranquilo quanto a isso e vou aguardar os procedimentos para me manifestar”, acentua ele.

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