A qualidade da água foi tema na primeira sessão da Câmara de Guabiruba

O tratamento da água foi assunto na primeira sessão da Câmara de Vereadores de Guabiruba realizada na noite desta terça-feira (04). Moradores procuraram alguns legisladores para reclamar da qualidade na água. O problema atinge toda a cidade e isso se da porque é necessário investimentos, mas uma das empresas que participou da licitação contestou o edital e por isso a empresa que venceu ainda não assumiu de forma definitiva o serviço, o processo segue em tramitação no Tribunal de Contas do Estado.

O vereador, Waldemiro Dalbosco, explicou em que ponto está o caso no âmbito jurídico. Ele esteve acompanhando o prefeito Mathias Kohler no Tribunal de Contas no dia 28 de janeiro. “O processo está no Tribunal há quase 10 meses e já passou pelo terceiro conselheiro. Fomos lá e mostramos a angústia es prejuízos que essa indecisão está trazendo. Enquanto não tivermos uma decisão, o município não pode investir, a empresa também não vai, pois não sabe se a licitação vai ser homologada, ou não. Posso dizer que imploramos pelos gabinetes dos conselheiros e do presidente do TCE que se tenha uma parecer, não queremos saber se favorável ou não, mas que tenhamos uma definição para daí a administração agir”, explicou Dalbosco.  

O vereador Harri Wesbert Neto, o Godo, salienta a gravidade do assunto. “A qualidade dá água está precária, os moradores nos encaminharam vídeos em que percebemos a cor da água muito escura, impossível de consumir, quando ela vem branca, o cheiro é muito forte”, afirmou ele. Godo atribuiu a responsabilidade desse problema a administração municipal. “O prefeito lançou um edital porque resolveu não renovar o contrato com a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), certo, mas o edital está errado, o TCE viu irregularidades, então essas pessoas que fizeram o edital são as culpadas, elas estão ali para isso. Se tivesse tudo certo, a empresa já tinha assumido e feito os investimentos”, apontou o vereador.

Líder de governo, Cristiano Korman, falou que administração está consciente e está buscando soluções, mas que para isso será necessário uma decisão do Tribunal de Contas do Estado, sobre a situação da empresa que venceu a licitação. “Precisamos definir esse processo e dar início aos investimentos necessário para regularizar essa condição”, salientou.

 

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