Escola Professora Isaura Gouvêa Gevaerd tem projeto que defende a cultura afro na Escola

Desde maio deste ano, professores, coordenadores e alunos dos anos finais da Escola de Ensino Fundamental Professora Isaura Gouvêa Gevaerd trabalham sobre as Relações Étnico-Raciais com o objetivo de desenvolver práticas de valorização e reconhecimento do “eu” através de representatividade. A iniciativa tem, sobretudo, o objetivo de combater o racismo e o preconceito dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, foi elaborado um projeto, “Cultura Afro na Escola/Diversidades”, e, a partir dele, várias atividades foram desenvolvidas desde então.

Conforme explica a coordenadora Tatiane Ventura e a professora Jacqueline Santa Brígida, o trabalho pedagógico ocorreu durante todos esses meses, em algumas etapas com atividades variadas, tais como: sessão de filmes sobre a temática da aceitação, produção de fotografias dos próprios alunos, debates sobre a importância de haver mais bonecas negras nas lojas, escolas, em casa, confecção de cartazes com frases antirracistas e de empoderamento, entre outros.

Os alunos também tiveram como proposta pinturas de autorretrato, arte em argila, em tecido, produção de vídeo, estudo de poesias de autores negros, entre outros. “As atividades do projeto foram tão significativas para todos que foi decidido, então, realizar uma mostra de trabalhos sobre a cultura afro”, explica Tatiane. O evento ocorreu em 14 de setembro. “Iniciou com uma roda de capoeira do mestre Urso e seu grupo do Centro de Treinamento Barro Negro. A energia da roda rapidamente envolveu a todos que ali estavam. Após a roda, os alunos dos sextos anos recitaram poesias de Cruz e Souza e Conceição Evaristo, destaca.

Além da roda de capoeira e do recital de poesias, vários trabalhos estavam expostos para a visitação durante a mostra. Haviam alunos explicando sobre a culinária brasileira de origem africana, com direito a degustação de quitutes, enquanto que outros apresentavam os aerogeradores que foram construídos nas aulas de ciências e matemática, baseado no filme ‘O menino que descobriu o vento’. “Já as alunas, empolgadíssimas, apresentaram uma oficina de turbantes, com direito a experimentar os turbantes e tirar fotos ao lado de pinturas de mulheres negras com vestes típicas e em tamanho real, que os alunos criaram”, comenta a professora Jacqueline Santa Brígida.

Segundo ela, os visitantes também tiveram a oportunidade de apreciar uma pirâmide totalmente envolvida com bonecas Abayomis, representando a união dos povos africanos. “Foi realmente um momento repleto de arte, dança, música, poesia, história, manifesto, representatividade e desconstrução de preconceitos”, finaliza.

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