Ex-senador e ex-governador do RS Pedro Simon está em Brusque

O ex-senador e ex-governador do Rio Grande do Sul, Pedro Simon, está em Brusque e na noite desta segunda-feira (11) vai proferir uma palestra na Câmara de Vereadores com o tema “130 Anos de República”, através do Ciclo Brusquense de Conferências Magnas Temáticas, que marcam o bicentenário da Independência do Brasil e da Fundação do Império. Ele recebeu a imprensa no Hotel Gracher para falar sobre os mais variados temas da política brasileira.

Pedro Simon começou fazendo uma avaliação da política nacional, avaliando o governo do presidente Bolsonaro, tecendo elogios pelas medidas adotadas, em especial a reforma da Previdência, que era necessária há muitos anos, mas que nenhum governo conseguiu êxito e Jair Bolsonaro conseguiu, em curto espaço de tempo. Ele citou também a reforma trabalhista e a reforma administrativa, defendendo a descentralização dos recursos. 

No entanto, o ex-senador criticou a forma como o presidente Bolsonaro se expressa e sua forma de tratar de assuntos importantes como a defesa da Amazônia. “Tem pontos positivos e tem pontos negativos”, avaliou. Simon disse que a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal” na última quinta-feira causou um desgaste na operação Lava Jato e que cabe a Congresso Nacional reparar a questão da possibilidade de prisão após decisão em segunda instância. 

“Eu não poderia ficar em casa vendo as coisas que estão acontecendo. Nós brasileiros temos que fazer a sua parte. Eu não estou mais no Senado, não ocupo mais cargo público, mas depois da decisão de quinta-feira, marcaram uma reunião e eu fui participar”, disse o político que está prestes a completar 90 anos de idade. Ele disse que teme que volte a ser como antes, que só ia para a cadeia ladrão de galinha, mas gente importante que tem bom advogado não vai para a cadeia.  Pedro Simon prevê dias muito confusos com a soltura de Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Bolsonaro, dois extremos do radicalismo. 

Sobre o partido do MDB (Movimento Democrático Brasileiro”, Simon disse que “no momento mais dramático, quando a ditadura vivia seu apogeu, o povo não sabia mais o que fazer com presidente nomeado, governador nomeado, cassação, prisão, tortura, o MDB foi bravo, reuniu o povo, fez uma campanha espetacular pelas Diretas Já, pelo fim da tortura, pela liberdade de imprensa, por uma Assembléia Nacional Constituinte e acabamos elegendo um presidente da República”, comentou, ao mostrar a relevância de seu partido.

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