Pressão política é o caminho para barragem de Botuverá, diz secretário

A obra da barragem de Botuverá vai depender, agora, de muito lobby e força política para sair do papel e iniciar de fato. Palavras do próprio secretário de estado de Defesa Civil, João Batista Cordeiro Junior. Ele participou da reunião da Associação Empresarial de Brusque (ACIBR) na noite desta segunda-feira (9).

De acordo com o secretário, todo o processo que envolvia as questões ambientais já está superado. Agora, é uma questão de união de forças políticas e da sociedade civil organizada junto a parlamentares e ao governo federal.

“Do Brasil, é uma das quatro prioridade. Do Sul do Brasil é a prioridade na questão da segurança hídrica. Agora está solicitando junto ao governo federal para que seja colocado no orçamento do ano que vem. Por isso estamos conversando para que as cidade unam suas forças para isso”, destacou ele.

Apesar da informação de que o processo agora é mais de influência e pressão junto a parlamentares, principalmente federais, representantes das cidades envolvidas, Brusque, Guabiruba e Botuverá, enxergam uma luz no fim do túnel.

“É uma nova pressão, novo documento, novo trabalho que a entidade organizadas, as prefeituras vão ter que começar, brigar em Brasília para que entre no orçamento do ano que vem”, frisou o vice-prefeito de Brusque, Ari Vequi.

O prefeito de Botuverá, José Luis Colombi, afirma que esse envolvimento é necessário, pois os impactos da obra não se limitam apena à cidade que ele governa.

“Olhando os prejuízos que uma enchente passa é um custo benefício muito grande o que essa barragem vai trazer aqui para nossa região”, frisa ele.

Para o presidente da Associação Empresarial (Acibr), Halisson Habitzreuter, a pressão sugerida pelos secretário deve nortear a ação da entidade de agora em diante quanto ao assunto.

“Precisa trabalhar coma findo e é isso que a associação vai fazer daqui para frente. Pressionar para que o governo libere essa verba para que essa obra seja começada no menor tempo de prazo possível”, destacou ele.

Na reunião, os empresários chegaram a cogitar pedir auxílio ao dono da Havan, o também empresário Luciano Hang, por cota de seu transito no governo do presidente Jair Bolsonaro. Isso porque cabe ao próprio presidente da República liberar ou não a verba.

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