Prefeitos discutem repasse do Estado para manutenção de rodovia

Por meio do Programa Recupera, governo do Estado propõe repassar R$ 1,6 mil por quilômetro viário, para que o Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí (Cimvi) realize a manutenção das rodovias estaduais da região. Os serviços previstos são tapa buracos, limpeza e roçada. 

O assunto foi discutido na manhã de segunda-feira (9), em Blumenau (SC), pelos prefeitos da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (AMMVI) e o secretário de Estado de Infraestrutura, Carlos Hassler. 

“Foi uma reunião importante. Foram colocadas as propostas para definir qual a responsabilidade dos municípios com o recurso a ser repassado pelo Governo do Estado. É um assunto complexo, mas que deve terminar de forma positiva para o cidadão”, avalia o prefeito de Brusque, Jonas Paegle. 

Nova discussão 

Durante a reunião foi apresentado um estudo sobre  situação de todas as rodovias que dão acesso aos municípios que fazem parte da AMMVI. Com exceção das novas áreas, como a Antônio Heil, foi demonstrado que em todos os municípios existem muitos buracos, falta de sinalização e pintura, desmoronamentos, problemas de drenagem, problemas nos acostamentos e na sinalização.  “São 295 km de via. Andamos quase mil para cobrir todo o trecho do relatório”, contou o arquiteto da AMMVI, Richard Buchinski. 

Após discussão, os prefeitos definiram que o assunto voltará à pauta na assembleia marcada para o dia 17 de setembro. “Nós aguardamos a apresentação documental das alterações solicitadas, para vermos se estão de acordo com a visão que o Consórcio e a AMMVI tem para essa assinatura do convênio. A nossa responsabilidade legal precisa estar muito clara. Também precisamos definir o custo administrativo, porque os municípios terão um custo adicional que não vai estar coberto. Se não votarmos neste dia, marcamos uma nova data”, destacou o prefeito de Blumenau e presidente da AMMVI, Mário Hildebrandt.   

Para o vice-prefeito de Brusque, Ari Vequi, ficou bem claro na reunião que embora o programa leve o nome “Recupera”, não se trata de recuperação das rodovias, mas sim manutenção. “É um projeto do Estado para repassar às associações de municípios, no caso à AMMVI, da qual Brusque é filiada, o trabalho de manutenção das vias. Esclareceu um pouco mais, porque se fosse para fazer manutenção nós temos capacidade. Nem a AMMVI, muito menos os municípios teriam condições de assumirem um custo que é do Estado”, ressalta. 

“Também não se trata de assumir rodovias, como já foi feito no passado no trecho da Aradefe até a Havan. O que está em discussão é manutenção”, conclui Vequi.

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