Margem Esquerda desapropriação: “Nós vamos para justiça sim”

Orçada em mais de R$ 25 milhões, considerada a maior obra individual de mobilidade urbana de Brusque a construção da Margem Esquerda da Avenida Beira-Rio vem causando dor de cabeça para a administração.

Na manhã desta quinta-feira (18), o prefeito em exercício, Ari Vequi, participou do programa Rádio Revista Cidade enfatizou os problemas enfrentados pela administração com alguns moradores e proprietários de terrenos.

Vequi explicou que o recurso vindo do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) não pode ser usado para pagamento em juízo, e sim, quando acontece um acordo amigável.

“Se eu tenho uma discussão judicial, o recurso depositado ficará na justiça, um, dois anos, e esse valor o banco não dá. Então o que fizemos, colocamos os valores no terreno que havia sido comprado para o Instituto Federal Catarinense (IFC), que não foi usado, que está lá no Rio Branco à venda, para poder depositar o valor daquelas pessoas que insistem em não querer negociar amigavelmente”, afirmou ele.

Conforme Ari, a tentativa de acordo será sempre a preferência, mas caso isso não aconteça o município entrará na justiça. “90 por cento, já foi feita a liberação, mas tem dois ou três que insistem em não negociar. Mas se na semana que vem não tiver o acordo firmado daqueles terrenos que não há edificação, nós vamos para justiça sim, não estou ameaçando ninguém, mas precisamos tomar essa providência”, declarou Vequi.  

A obra de quatro quilômetros prevê, drenagem, sinalização, passeio público, ciclofaixas e baias para transporte público e pavimentação. Também estão previstos armaduras nas margens para evitar a erosão, terraplanagens e construção de muros.

 

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