Prefeito de Botuverá fala sobre lixo no Pedras Grandes

Há algumas semanas, moradores de Botuverá reclamaram de uma ação da Prefeitura daquela cidade em relação ao lixo recolhido. Um espaço localizado na região de Pedras Grandes, próximo ao Centro do município, começou a receber todo o que é recolhidos, o que causou indignação. O prefeito Nene Colombi afirma que a medida está relacionada ao descarte correto do lixo produzido e à economia para o destino final desse serviço.

Isso porque Botuverá faz parte de um consórcio da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi), que decidiu concentram no mesmo local o destino final de todo lixo que é produzido nas 14 cidades que integram a entidade. O espaço fica localizado na cidade de Timbó, no Alto Vale. O depósito aberto no Pedras Grandes, na verdade, é um ponto para que o material seja recolhido pela Ammvi e deslocado até Timbó.

“Nosso caminhão junta o lixo, prensa e tem que ir até Timbó para dar o destino final. Como nosso caminhão é pequeno, licitamos uma empresa e fizemos um local no Pedras Grandes, onde faremos um baldeamento do lixo e não descarte”, explica Nene.

Por mês, a população de Botuverá produz cerca de 80 toneladas de lixo. O custo para que todo esse material fosse levado até Timbó seria alto e é mais viável, financeiramente, para os cofres do município, que haja a concentração em um ponto específico para que o transporte feito pela Ammvi realize essa etapa final.

“Se houver algum problema, nós vamos retomar e ver outra possibilidade. Mas é uma logística que estamos fazendo para que Botuvera tenha, em seis ou oito meses, a destinação correta desse lixo”, pontua o prefeito.

Na semana passada, a cidade de Botuverá foi agraciada com reconhecimento nacional por ações voltadas ao meio ambiente. O reconhecimento foi da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma) e entregue ao botuveraense em Campinas por práticas de gestão ambiental.

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