Mulher quer processar médica e o Hospital de Azambuja

Uma mulher de 27 anos, moradora do bairro Lageado Baixo, em Guabiruba, registrou um boletim de ocorrência por injúria contra uma médica do Pronto Socorro do Hospital de Azambuja. Ela relata que no dia 24 de maio estava aguardando atendimento médico e percebeu que a médica estava sentada no consultório e como estava sentindo muitas dores, bateu na porta e solicitou atendimento.

A médica informou que trabalharia até as 19h apenas e que não poderia atendê-la. A paciente sugeriu a médica que deixasse o consultório para que outro profissional assumisse e ela pudesse ser atendida, pois já estava aguardando há muito tempo.

Em virtude disso, a médica levantou da cadeira e mandou a mulher “para a puta que pariu”. O marido da mulher que aguardava atendimento se revoltou e por muito pouco a confusão não ganhou maiores proporções. A Polícia Militar foi acionada e a vítima registrou boletim de ocorrência, afirmando que irá processar o hospital e a médica.

Ela procurou o hospital após constatar que estava grávida de seis semanas e teve um princípio de corrimento. Sem realizar exames para ver a situação do bebê, recebeu a indicação de retornar para sua residência e manter repouso, devendo aguardar cerca de 15 dias para remoção do feto. Ela acredita que se tivesse sido bem atendida, seu filho poderia ter sobrevivido.  Ela não apresentou nenhum exame de gravidez para nossa reportagem.

Nossa reportagem conversou com o gestor do hospital de Azambuja, Evandro Roza, que esteve ao vivo na segunda-feira (27), no Programa Rádio Revista Cidade, e disse que vai tomar conhecimento do que aconteceu para depois passar uma posição do hospital sobre o caso.

 
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