Fecam cobra governo sobre o programa Mais Médicos

A Federação Catarinense de Municípios (FECAM), o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems/SC), técnicos do Ministério da Saúde e Procuradoria do Ministério Público Federal (MPF) do Estado reuniram-se na tarde desta quarta-feira (22/5), na sede do órgão federal em Florianópolis, para tratar da situação do Programa Mais Médicos em SC. Prefeitos e prefeitas catarinenses, em especial de pequenos municípios onde a situação é mais grave, explanaram suas dificuldades.

As novas regras de adesão ao Programa Mais Médicos reduzem o número de vagas de profissionais em todo o Estado, criam um grande problema de custos  aos gestores municipais e comprometem a política de assistência básica em saúde. Em SC são 135 vagas médicas não ocupadas a espera de edital. Apesar disso, edital com data de 10 de maio para adesão ou renovação ao Programa permite que somente seis municípios catarinenses se habilitem, Água Doce, Campo Erê, Lebon Régis, Vitor Meireles, Major Vieira e Presidente Nereu, considerados em situação de vulnerabilidade ou atendimento às áreas indígenas. 

Os dados apurados pela equipe de economia da FECAM apontaram que, sem o Programa, o impacto é de mais de R$ 120 milhões/ano de custos aos municípios catarinenses.


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