Seminário debate o acolhimento em Família Acolhedora

O Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora foi tema de debate nesta quarta-feira (22) com a realização do IV Seminário Municipal de Acolhimento em Família Acolhedora. O evento, organizado pela Secretaria de Assistência Social e Habitação, mobilizou cerca de 100 pessoas no auditório da Uniasselvi.

O foco do seminário, conforme explica o secretário de Assistência Social e Habitação, Deivis Junior, foi o de mostrar os avanços da iniciativa em Brusque, bem como encorajar novas famílias a fazer parte do serviço de acolhimento.

Atualmente, Brusque tem cinco famílias capacitadas. Destas, duas estão em situação de acolhimento neste momento. “Não há nenhuma demanda represada”, comenta o secretário. “Comemoramos o fato de Brusque servir como referência neste tipo de serviço, tendo logrado êxito ao longo dos anos em todos os casos de acolhimento. Nossa missão é capacitar e dar condições estruturais a essas famílias por meio de nossos servidores, uma equipe altamente capacitada, com psicólogos, assistentes sociais, coordenação, entre outros”, explica.

O trabalho da equipe vai desde o início da capacitação para o acolhimento até o momento do desacolhimento. A iniciativa realizada em Brusque chegou a ser elogiada pelo juiz da Vara da Família, Infância e Juventude, Maycon Rangel Favareto. “O serviço sempre tem evoluído em Brusque. É uma grande satisfação ver que ele funciona e as famílias cadastradas são dedicadas e carinhosas com os acolhidos. Assim temos a garantia de um trabalho com qualidade”, comentou, durante a abertura do seminário, que contou ainda com depoimentos de famílias acolhedoras e com a palestra da Assistente Social da Federação Catarinense dos Municípios (Fecam), Janice Merigo.

Janice debateu com os presentes sobre “A importância do trabalho em rede na garantia dos direitos de crianças e adolescentes em situação de acolhimento familiar”. A palestra é direcionada a psicólogos, assistentes e educadores sociais, bem como representantes do Conselho Tutelar, profissionais que estão envolvidos diretamente em situações em que, eventualmente, crianças e adolescentes possuem algum direito violado.

Participaram, ainda, profissionais de diversos municípios como Guabiruba, Botuverá, Blumenau, Gaspar, Ascurra, Rodeio, Porto Belo e Bombinhas.

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