Comissão define cinco propostas que serão apresentadas a direção da escola

O auditório da OAB de Brusque ficou lotado na noite desta terça-feira (14), com a presença de pais de alunos do Colégio São Luiz, para a reunião convocada pela comissão que discuti decisões e posições da atual gestão, que estão gerando desconforto no relacionamento da comunidade escolar com o colégio.

A comissão é formada por representantes de pais dos alunos, além de advogados. Cerca de duzentos pais marcaram presença na reunião, que teve como objetivo principal discutir e ouvir propostas para aproximar os pais nas decisões visando sempre melhorias para a escola.

Cinco propostas foram apresentadas e aprovadas pela comissão:

  1. A criação de um conselho escolar, seguindo como exemplo as Associações de Pais e Professores (APP), que já é realidade em muitas escolas.
  2. Será pleiteado junto a direção da escola, mais transparência nas decisões e posições da gestão do colégio.
  3. A manutenção do sistema de ensino pedagógico do Bom Jesus, pelo sucesso que apresenta e representa o método de ensino aplicado;
  4. Continuação do aprendizado extra curriculares;
  5. Manter o esporte de rendimento para as crianças.

Todas essas propostas serão apresentadas por uma comissão que foi escolhida nessa reunião, onde devem entregar as reivindicações a direção da escola.

Em entrevista para rádio Cidade, o advogado Paulo Piva, informou que “o início da manifestação começou com os alunos, em razão que o coordenador Fabico, foi afastado de uma função que estava realizando e os alunos se sentiram insatisfeitos com isso, além dos pais que apoiaram essa manifestação” disse Piva. A falta de comunicação, transparência e informação com os pais também desencadeou todo esse movimento segundo o advogado.

“Cinquenta por cento dos pais estão apoiando as nossas reivindicações, tenho certeza que a direção não vai deixar de ouvir e atender essas propostas” finalizou Piva.

Nossa reportagem tentou por várias vezes ouvir o diretor do colégio, a informação que recebemos é que ele estava viajando. Em conversa com um responsável na ausência do gestor principal, sugerimos para o colégio que emitisse nota oficial para dar uma posição sobre essa situação que vem acontecendo, mas até o fechamento dessa matéria não recebemos nada.

 

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