Projeto que reduzia número de vereadores é rejeitado

Depois de adiado por vários meses, o projeto de lei que alterava o número de vereadores em Brusque finalmente foi votado. A cidade vai continuar com os atuais 15 legisladores, contra 11 que estava sendo proposto na lei rejeitada na sessão desta terça-feira (14).

Um dos autores da proposta, Ivan Martins (PSD) disse que passou por momentos distintos em todas as legislaturas, quando havia dez e com 15, e isso o vez enxergar que a qualidade do serviço é a mesma. Ele lembrou que o projeto teve sua assinatura e de outros quatro, sendo destes dois ex-vereadores: Waldir da Silva Neto (DEM) e Nilson Pereira (PSB), este último falecido. Além deles, também assinaram os vereadores Joaquim Costa (MDB), o Manico, e Deivis da Silva (MDB).

Marcos Deichmann (Patriotas) foi o que realizou o discurso mais incisivo e contrário ao projeto. Na visão dele, a redução no número de cadeiras só vai beneficiar os que possuem capital eleitoral ou recursos financeiros.

André Rezini (PPS) e Jean Pirola (PP) se manifestaram favoráveis à redução. Pirola disse que a qualidade do trabalho apresentado pelo vereador é mais importante do que a quantidade de cadeiras. Por isso, mais vale um vereador bem assessorado e bem remunerado, fazendo um trabalho eficiente, do que alguém sem as mínimas condições.

Alessandro Simas (PSD) também se manifestou contra a ideia da redução. Para ele, com a redução no número de cadeiras quem vai se beneficiar é quem tem estrutura financeira para poder se projetar e ocupar as vagas.

Além do número de vagas, outro assunto que tomou conta do debate foi o salário dos vereadores. Uma das propostas defendida por boa parte dos que se manifestou sugeriu que seja reduzido o vencimento, atualmente na casa dos R$ 9 mil, bruto. Ivan Martins, inclusive, disse que vai propor, ano que vem, corte de 50%. 

O projeto de lei foi rejeitado por 7 votos favoráveis e 8 contra.

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