Final de semana tem Festa Italiana em Guabiruba

Os idiomas português e italiano têm muito em comum. Ambos são línguas românicas e se originaram do latim. No sábado (16), os dois idiomas, separados pela evolução da língua latina, se unem mais forte do que nunca durante a 9ª edição da Festa Italiana de Guabiruba no Oratório Santo Antonio, no bairro Lageado Alto.

O início será às 10h, com a tradicional missa nas duas línguas, celebrada pelo padre Eder Celva. Haverá no local serviço de almoço das 11h30 às 13h30 e jantar das 18h30 às 20h30. Os ingressos para o prato típico deverão ser adquiridos antecipadamente no site www.blueticket.com.br ou na loja Stedile Materiais de Construção, na rua Brusque, 1261, Centro de Guabiruba.

À tarde, entra em cena o Filó Italiano, apresentações culturais, com o grupo de canto Degli Amici Trentini, competições típicas, show da Pisa da Uva com participação da realeza da 6ª Festa da Integração, além de apresentação musical da Banda Família Paganini e contação de história com Emiliano de Souza.

À noite, as brincadeiras italianas seguem acompanhadas da apresentação de dança do Gruppo Folk Trentino di Rodeio, novamente o show Pisa da Uva e encerramento com o Baile Banda Familia Paganini, tradicional grupo italiano que já esteve na edição do ano passado.  Quem também não poderia ficar de fora é o casal  “Nono e Nona.”

De acordo com o diretor administrativo da Associação Cultural Italiana de Guabiruba (ACIG), Amilton Stedile, a festa surgiu com o objetivo de angariar recursos para a construção do Memorial Ítalo Guabirubense Sacristão Francesco Celva, localizado ao lado da Capela Imaculada Conceição, no Lageado Alto. “A ideia foi construir um memorial onde se pudesse guardar alguns objetos utilizados pelos imigrantes italianos, como fotos e livros. O memorial segue sendo construído e o recurso dessa festa seguirá sendo destinado para ele”, explica. 

Stedile acredita que a manutenção da amizade entre os descendentes de imigrantes italianos, além da interação com outras etnias gera um sentimento de pertencimento. “A festa tem conseguido resgatar esse sentimento. É uma cultura europeia onde os valores são fundamentais, e a família é a base de tudo. A festa quer mostrar o jeito de viver dos imigrantes italianos que aqui chegaram. A história é importante e necessária para a construção do nosso futuro, então acredito que essa é a grande importância de manter as tradições vivas”, destaca. 

O diretor administrativo da ACIG espera um público próximo de 3 mil pessoas, tendo como base as demais edições e alerta para a limitação de pratos típicos, que devem ser comprados com antecedência. “Vendemos antecipado, pois nossa cozinha comporta apenas mil pratos por dia”, detalha. As demais refeições poderão ser compradas na hora.

Dúvidas ou Sugestões

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