Catarata: Brusque registra número recorde de cirurgia

Levantamento da Secretaria de Saúde de Brusque revela que 1234 moradores realizaram a cirurgia de Catarata no ano passado. Número recorde e que coloca a cidade entre as que mais realizaram o procedimento em Santa Catarina.

As consultas mensais, eletivas e o mutirão, ações integradas com o Programa “Uma Nova Visão Para a Vida”, zeraram a fila de espera até 2018. Para este ano, a prefeitura vai aumentar em até 20% as consultas e exames que detectam a anomalia no cristalino dos olhos, causando a perda da visão. Caso tenha necessidade, o paciente será imediatamente orientado e encaminhado para fazer a cirurgia.

O secretário municipal, Humberto Martins Fornari, comenta que a avaliação do projeto é positiva, pois, viabiliza literalmente uma nova visão para a vida, proporcionando aos pacientes a chance de poder voltar a enxergar. “A boa notícia é que este programa continua em 2019 e 2020, atendendo cada vez mais a demanda de pacientes com cegueira, por conta de uma doença prevenível como é a catarata”, frisa.

Valdecir Barbosa, de 69 anos, morador do bairro Primeiro de Maio, se diz muito feliz e satisfeito com a cirurgia. Há mais de um ano com parte da visão perdida, ele garante que o atendimento da secretaria de saúde foi rápido e eficiente. Segundo Valdecir, menos de dois meses foi o tempo entre consultas e exames antes da cirurgia. Hoje curado, ele enxerga bem com os dois olhos. “Por onde passei, fui bem atendido pela Prefeitura e por onde passei. Antes tinha um diagnóstico de apenas uma vista com catarata. Depois de um ano, a médica percebeu que já tinha as duas vistas comprometidas. Fiz o procedimento em duas partes e, hoje, posso ver tudo com clareza”, afirma.

Já conforme a moradora do bairro Guarani, Maria de Lordes Bosio, de 65 anos, a dificuldade em enxergar durava mais de três anos. Como a maioria dos pacientes, a cirurgia foi dividida num intervalo de tempo de 45 dias em cada olho. Hoje, ela comemora o fato de poder realizar atividades básicas de sua rotina diária que, antes, por ter boa parte da visão obstruída, não conseguia fazer. “Minha visão era embaçada, não conseguia enxergar praticamente nada mesmo com os óculos. Uma vizinha que já havia feito a cirurgia me incentivou e procurei a Unidade Básica de Saúde. Entre a consulta e a cirurgia, todo o processo foi muito rápido”, lembra a paciente.

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