"Todo mundo acha que é fácil ser voluntária da Rede Feminina"

A Rede Feminina de Combate ao Câncer está buscando ampliar sua atuação em mais cidades de Santa Catarina. Dos 295 municípios, a entidade possui unidades em 65 delas e outras 15 cidades estão em fase de implementação.

A presidente da RFCC estadual, Sônia Rieg Fischer, reconduzida para o cargo, afirma que o processo para a instalação exige alguns critérios. Ente eles está a de a cidade ter, no mínimo, 15 mil habitantes, um grupo de 15 a 20 voluntárias, endereço fixo. Além disso, há um estatuto que precisa ser seguido à risca. A entidade estadual dá todo apoio com orientações para que se crie a Rede Feminina naquele município.

Nos últimos dois anos, a RFCC de Santa Catarina deu início a unidades em seis cidades: Guaramirim, Ibirama, Presidente Getúlio, Camboriú, Piratuba e Urubici.

“É algo que, em 57 anos, não havia acontecido, de em uma gestão serem criadas seis redes femininas”, destaca ela.

A presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brusque, Miriam Evangelista Ribeiro, conta que a entidade tem enfrentado dificuldade para encontrar voluntárias que queiram dedicar tempo aos serviços.

“A renovação é pouca, devido à responsabilidade que é. Todo mundo acha que é fácil ser voluntária da Rede Feminina. Hoje, temos 45 (voluntárias). É um serviço muito difícil. É uma dedicação que tem que ter. Temos que tirar, no mínimo, quatro horas por semana para estar na Rede Feminina e ajudar”, desabafa ela.

Sônia e Miram assumiram mandatos à frente das redes municipal e estadual para os próximos dois anos.

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