"A minha cassação, lá atrás, foi política"

Em entrevista à Rádio Cidade esta semana, o ex-prefeito de Brusque, Ciro Marcial Roza (PSB), falou a respeito do processo de reanálise de suas contas nos anos de 2002/ 2007 e 2008. Para ele, a Câmara Municipal acertou ao decidir reenviar as mesmas para o Tribunal de Contas do Estado (TCE) rever os pareceres. Há duas semanas, o Legislativo atendeu à decisão da justiça, que mandou que as contas fossem analisadas novamente.

Na oportunidade, a defesa do ex-prefeito entrou com pedido na justiça para que os documentos retornassem para as comissões da Câmara. O motivo, segundo o advogado de Roza, Juarez Piva, era de que o processo tinha prescrito e a Câmara não se manifestara a respeito disso. Porém, o pedido no Judiciário foi negado. A decisão saiu após a própria Câmara ter aprovado o reenvio das contas às comissões, antes de ir para segunda votação na casa.

O ex-prefeito se disse despreocupado em tratar desse assunto. A questão, segundo ele, é meramente política, ou seja, de tirá-lo de disputas eleitorais.

“Essa é uma questão jurídica e quem está encarregado são os advogados. Cabe à justiça. Lá atrás, na pressa de querer me tornar inelegível, cometeram um monte de erros”, pontua Roza.

Ele lembra que após a rejeição das mesmas em 2011, a defesa ingressou com recurso e teve ganho de causa em segunda instância. O Judiciário entendeu que houve cerceamento da defesa e não se respeitou o rito processual.

“Mas isso prescreveu ano passado. Porque ela foi transitada em julgado, porque a Câmara não recorreu. A Câmara teria que fazer um recurso para a terceira instância e deixou prescrever (...) Eles estavam julgando algo que não poderia ser mais julgado”, alega ele.

O ex-prefeito afirma que não tinha intenção de concorrer a nenhum cargo este ano, assim com em 2010 e 2012, oportunidades em que foi derrotado. No segundo caso, ele teve os votos invalidados pela Justiça Eleitoral.

Ele defende que os processos tenham prazo para tramitar em qualquer situação.

“Você deixa o cargo de prefeito, passam dez ou quinze anos e vão buscar algo que já prescreveu. (...) A minha cassação lá atrás foi política. Tanto é que teve um voto que mudou em cima da hora. A decisão da Câmara é política. Tanto que ganhei no Judiciário, que não tem decisão política”, prossegue.

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