Depoimentos serão novamente ouvidos por conta de requerimentos

Em sua última sessão neste ano, a Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga a ocorrência de suposta burla ao Processo Seletivo Simplificado Edital 001/2017 no Samae discutiu dois requerimentos de pessoas que já testemunharam ao longo dos trabalhos.

Luciano Camargo e Marcio Cardoso pediram através de requerimentos a anulação de dois questionamentos que foram feitos pelo vereador Deivis da Silva ao diretor-presidente da autarquia, Roberto Bolognini.

No requerimento feito por Camargo, ele alega que Deivis ao perguntar para Bolognini afirmou que Camargo declarou que o Samae distribuía água sanitária para a população. Já o requerimento feito por Cardoso diz que Deivis atribuiu a ele a afirmação que o Samae seria uma entidade de quinta categoria. Ambos pediram retratação, pois a conotação das colocações teriam sido alteradas.

Durante a reunião, Deivis afirmou não se lembrar da forma exata em que as perguntas foram feitas, muito menos como as afirmações foram dadas de forma exata pelos depoentes. Por isso, ele entrou com um outro requerimento para que o audiovisual dos depoimentos seja analisado para que a situação seja esclarecida.

O presidente da CPI, Marcos Deichmann, acredita que a situação podia ter sido resolvida com mais facilidade, afinal o requerimento foi lido na última sessão da comissão, e o assunto tratado na corregedoria do legislativo. Porém, os áudios e vídeos serão revistos para que o devido encaminhamento aconteça.

Pedido de prorrogação por mais 120 dias

Para a sessão desta terça-feira (5) da Câmara de Vereadores, a CPI também enviou um requerimento de prorrogação do prazo de trabalhos da comissão por mais 120 dias. Como alguns pedidos de informação ainda não chegaram, e a perícia em uma assinatura ainda está em fase de licitação, a comissão precisa trabalhar mais algum tempo.

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