Conheça as funções do IGP de Brusque

O Instituto Geral de Perícias (IGP) diferente do que normalmente é lembrado pela população, realiza vários serviços na cidade. Desde o atendimento para carteiras de identidade até a perícia em locais de crimes.

O perito criminal do IGP de Brusque, Álvaro Augusto Mesquita Hamel, explica que existem várias vertentes no órgão. O Instituto de Identificação confecciona as carteiras de identidade de todo o território catarinense. “Nós atendemos pessoas de outros estados e daqui, que querem renovar a identidade. Tudo é feito em Brusque ou nas sedes dos municípios”, esclarece.

A perícia criminal atende locais de crimes e trabalhos que são encaminhados pelas delegacias, Ministério Público ou Poder Judiciário para análise. “Armas, balística, drogas, documentos – falsificação de documentos – celulares, entre outros, todos são feitos aqui. E, também, algumas perícias externas, como casos de furtos, arrombamento, explosões de caixa eletrônico, acidentes de trânsito – no momento do fato ou posterior, quando há dúvidas. E os casos envolvendo mortes:  homicídios, suicídios ou casos de incêndios, por exemplo, com vítimas”, exemplifica.

FUNÇÕES

O perito criminal vai no local da ocorrência, realiza os levantamentos e tenta criar a dinâmica do evento como ocorreu. Além disso, o profissional também é responsável pela gerência do núcleo regional do IGP de Brusque.

Já o perito médico legista faz o atendimento no próprio órgão às pessoas que sofrem lesões corporais, seja por agressões em adultos ou em crianças. “A gente associa sempre a carreira do médico legista com a necropsia, com o morto. Mas apenas 5% dos atendimentos, ou menos, são em óbitos. De 95 a 97% são em pessoas vivas, que passam por esses procedimentos criminais ou processuais, de lesão ou agressão física”, destaca Hamel.

Os auxiliares de medicina legal ajudam o médico nas realizações desses atendimentos já citados, além de fazer funções administrativas do núcleo e atendimentos à comunidade. “A gente tem o princípio aqui assim, todo mundo dá 150% de si, então eu ajudo o IML, o IML ajuda a criminalística, a criminalística ajuda na identidade, e o instituto de identificação ajuda outros setores. Isso para dar o atendimento que a população merece”, conclui.

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