Ao menos 55 pessoas mortas após seqüestro na Argélia

Militantes ligados à rede Al-Qaeda tomaram conta durante a última semana de um campo de gás, na Argélia, e fez ao menos 800 reféns. A ocupação da usina terminou neste sábado, de acordo com agências internacionais de informações, com pelo menos 23 reféns e outros 32 sequestradores mortos.

O sequestro terminou após intervenção das forças argelinas, que recuperaram um grande arsenal de armas e uniformes militares estrangeiros. Os números divulgados pelos argelinos ainda diverge, com algumas agências de informações informando mais, e outras menos reféns e rebeldes assassinados.

A tomada da Usina de Gás Amenas se tornou uma das maiores crises internacionais dos últimos tempos. Rebeldes ligados ao grupo que praticou a ação prometeram mais ataques ao setor elétrico do país, que fica no noroeste africano. Durante a semana, tropas francesas foram enviadas à República do Mali para combater a tomada de cidades do país por grupos islâmicos.

Quem comanda o grupo de rebeldes na Argélia é o veterano da guerra do Afeganistão Mokhtar Belmokhtar, que apesar de não estar efetivamente no local, subiu de status entre os grupos islâmicos responsáveis por vários ataques, inclusive na Líbia, durante o regime de Muammar Kadhafi.

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