Dívida do Azambuja é de quase R$ 15 milhões

A dívida acumulada pelo Hospital de Azambuja nos últimos anos gira próximo dos R$ 15 milhões. É o que aponta relatório preliminar e divulgado de forma parcial pela secretaria municipal da Saúde de Brusque ao Conselho Municipal de Saúde (Comusa), que se reuniu, extraordinariamente, na noite desta segunda-feira (5) para tratar do assunto.

De acordo com a secretária municipal da Saúde, Cida Belli, o relatório é fruto de dois meses de levantamento de informações sobre as dívidas acumuladas pelo hospital antes de receber a intervenção por parte da Prefeitura. Documento que possui 150 páginas, mas cujo teor não será revelado publicamente, exceto ao Comusa, assegurou Cida. “Como não é um documento público, não vamos abrir ele a qualquer pessoa, ou à imprensa. Mas estará à disposição do Comusa a qualquer momento”, frisou durante a reunião.

O déficit, seguindo a secretária, se deve a valores ligados a questões trabalhistas, como pagamentos de FGTS, INSS, imposto de renda e alguma coisa com fornecedores. “Precisamos, agora, buscar o equilíbrio do hospital e, a partir dele, a gestão poderá buscar a renegociação das dívidas”, frisou Cida.

Ainda de acordo com os dados apresentados, o hospital possui bens avaliados na casa dos R$ 6 milhões.

O presidente do Comusa, Marcou Maestri, disse que o relatório põe fim a uma série de especulações que surgiram ao longo dos anos sobre a gestão do hospital. Segundo ele, o que fica evidenciado é que a dívida acumulada se deve unicamente por erros na gestão de alguns serviços e na falta de fontes de recursos para sanar outros.

“Sabemos que o hospital tem obrigação de prestar 60% de serviços via SUS. E por diversas vezes foi dito ao Comusa pelo seu HIlario Borchardt, que era diretor, de que o hospital estava fazendo 92% de atendimento no ambulatorial de emergência e urgência e nas internações em torno de 110%. A arrecadação, que era feita através de convênios particulares era absorvida com esses serviços prestados”, destacou.

Ainda de acordo com a secretaria de Saúde, o relatório será apresentado, agira, ao bispo dom Wilson Tadeu Jönk. O trabalho de auditoria prossegue até dezembro, quando expira, também, o decreto de calamidade nas saúde que permitiu à Prefeitura assumir o controle do hospital.

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