Instituições comunitárias na Constituição

Esta semana, o reitor da Unifebe, Günther Lother Pertschy, participou de uma reunião com o senador Paulo Bauer (PSDB), relator da Comissão responsável pela aprovação do projeto de lei 7639/2010, que estabelecerá requisitos legais que definam, qualifiquem e fixem as finalidades e as funções das Instituições Comunitárias de Educação Superior (ICES) na Constituição Federal.

Também estiveram presentes os reitores das instituições que compõem o Sistema da Associação Catarinense de Fundações Educacionais (Acafe) e o presidente do Conselho Estadual de Educação, Maurício Fernandes Pereira. “O senador demonstrou apoio incondicional à situação das Comunitárias em Brasília”, contou o reitor ao retornar a Brusque.

Sem fins lucrativos, com gestão democrática e participativa, as entidades associadas à Acafe constituem autênticas instituições públicas não estatais em favor da inclusão social e do desenvolvimento do país e reinvestem todos os resultados na própria atividade educacional. O envolvimento direto da comunidade acontece através dos conselhos e na própria gestão, que é democrática.
O segmento das comunitárias em Santa Catarina é constituído por 15 instituições de ensino superior. Esse modelo contribui muito para que o Estado apresente um dos melhores índices de desenvolvimento humano e ocupe o segundo lugar em matrículas na educação superior no Brasil.

Hoje mais de 170 mil alunos estudam nas Comunitárias, são mais de 9 mil professores, a maioria mestres e doutores e quase 8 mil funcionários.

As fundações educacionais instituídas por municípios catarinenses ou pelo estado de Santa Catarina respondem por mais de 70% das matrículas em cursos de graduação em nível superior no estado.

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