Delegado Alonso comenta matéria de jornal

Em entrevista exclusiva à Rádio Cidade na noite de terça-feira (18), o delegado de polícia Alonso Moro Torres negou ter dito a um jornal da cidade que estudaria a “possibilidade de crime” na morte acidental da menina Maria Eduarda, neta do prefeito Moacir Merízio, de Botuverá. O que o delegado disse à reportagem foi que, por força da lei, a Polícia Civil é obrigada a apurar as circunstâncias que envolveram aquela fatalidade. A Polícia Civil tem a obrigação de documentar, por meio de inquérito policial, o Boletim de Ocorrência que foi registrado na DP. O objetivo do procedimento legal é esclarecer, pelo levantamento de informações apuradas pelo médico legista e que constam no laudo cadavérico, e pelos diversos depoimentos necessários, os efeitos cíveis do acontecimento. “É obvio que não houve crime e nem haverá prisão. Todos nós sabemos que foi um lamentável acidente. Mas, somos obrigados a seguir os procedimentos legais como em qualquer outra morte”, esclarece o delegado.  
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