Ele estava certo!

O final do inquérito policial sobre o assassinato de Vilmar Quirino mostra que a equipe de investigadores da Polícia Civil de Brusque, que trabalhou no caso sob o comando do delegado Alonso Torres, tem maturidade suficiente para não se deixar levar pela emoção das circunstâncias. A atenção voltada exclusivamente para os detalhes técnicos da investigação, sem envolvimento com críticas ou pressões externas, fez com que em apenas 58 dias a trama fosse desvendada e o inquérito concluído.


Mesmo quando Susan assumiu a autoria do assassinato do pai, o delegado Alonso percebeu que não havia indícios convincentes para mantê-la detida. “Ela estaria presa por um crime que não cometeu. Não havia indícios”, explica o policial. A atitude ética, baseada na legalidade das ações ao longo das investigações, acabou recebendo críticas emocionadas de setores da sociedade. “Crítica é direito de todo cidadão”, reconhece Alonso Torres.

O posicionamento profissional do delegado e seus comandados, sem se deixar influenciar, mas seguindo apenas as evidências e as provas técnicas e periciais, caracterizou a rotina dos policiais. “Trabalhamos com os fatos, onde todo cuidado é primordial”, disse.

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