Promotor recebe pedido de ação civil contra o Estado

A saga de um grupo de pais de estudantes da Escola Dom João Becker para conseguir professores que acompanhem os filhos portadores de necessidades especiais, em sala de aula, viveu ontem (31) mais um capítulo. Os pais entregaram à promotoria pública da Comarca um documento para que se dê início a uma ação civil contra o Estado, com o objetivo de que sejam apurados os responsáveis pelo caso.

O documento foi entregue no início da noite ao promotor Eroni José Salles, que prometeu dar agilidade aos encaminhamentos do pedido. Inicialmente eram sete pessoas que se encontravam na mesma situação. Agora são oito. Valmir Marcondes Godói, pai do estudante Gustavo e que está à frente da iniciativa, disse que agora o caminho é esperar um posicionamento do Judiciário sobre o caso.

Para elaborar o documento entregue ao Ministério Público, o grupo contou com a colaboração do conselheiro tutelar Paulo Vendelino Kons. Ele foi o único dos cinco membros do Conselho Tutelar a colocar sua assinatura no pedido feito pelos pais.

Não há informação sobre a situação em outras escolas estaduais e nem na rede municipal de ensino. As crianças continuam sem aula.

 

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