Venezuelana rebate Paulo Eccel, que defende governo venezuelano

O ex-prefeito de Brusque, Paulo Eccel, replicou em sua página no Facebook um texto que vem sendo publicado em páginas e perfis ligados à esquerda pelo Brasil e que trata da situação que vive a Venezuela atualmente. Mais precisamente sobre a Assembleia Nacional Constituinte naquele país. Nele, Eccel defende as ações tomadas pelo presidente Nicolás Maduro e é rebatido por uma venezuelana, que o convida para viver no país e comprovar o que suas palavras defendem.

O texto apresenta o número total dos membros da Constituinte, citando quantos de cada setor o integram, afirmando que há pluralidade de representação. Ao final, o texto frisa que se fosse no Brasil, as elites política e econômica, bem como a mídia, estariam atuando contra.

O que chama a atenção é que uma leitora, que diz ser venezuelana, contrapõe as palavras do ex-prefeito. Ela comenta que teve que sair escondida do país, que o ex-prefeito de Brusque desconhece a realidade venezuelana ao defender um regime que está declaradamente no rumo de uma ditadura.

“Saí escondida do meu país pelo simples fato de não pensar como eles, pensar diferente, é uma ditadura e já está declarada, se você está tão certo de Que meu país é democrático, pois o convido a que se vá viver para o meu país e veja em carne própria o que transformaram minha linda e amada pátria”, declara Daiana Munõz.

O ex-prefeito respondeu a outros comentários, mas não ao de Daiana. Em seu perfil, a venezuelana declara que reside em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos.

Confira, a seguir, a postagem do ex-prefeito e o comentário da venezuelana.

Texto replicado por Paulo  Eccel

A Venezuela vai eleger uma Assembleia Nacional Constituinte assim:

Dos 545 deputados, 364 representarão os municípios, sendo um por cidade e dois representando as capitais. Os setores sociais terão 173 membros, divididos entre estudantes (24), camponeses e pescadores (8), empresários (5), pessoas com deficiência (5), aposentados (28), conselhos comunais (24) e trabalhadores (79). Outros oito representantes na câmara revisora serão eleitos pelos povos indígenas de acordo com seus costumes ancestrais, explica o CNE.

Quem são os ditadores? Pense, Reflita!

Se fosse proposta uma Constituinte no Brasil, como está acontecendo na Venezuela, aqui estaríamos em estado de guerra. A elite política e econômica brasileira faria de tudo e usaria todos os meios, a Globo, a Band e a mídia golpista para dizer que essa constituinte não seria democrática."

Comentário de Daiana Munõz

“Paulo Eccel não tem nem a mínima ideia do que esta acontecendo no meu país, mortes por fome, por agressão por parte de militares, a saúde um desastre crianças ao nascer morrem por não estar nas melhores condições, não há comida só o Controle que tem o governo nefasto, eu sou fiel testemunha do que é o governo saí escondida do meu país pelo simples fato de não pensar como eles, pensar diferente, é uma ditadura e já está declarada, se você está tão certo de Que meu pais é democrático, pois o convido a que se vá viver para o meu país e veja em carne própria o que transformaram minha linda e amada pátria, Ligia Fischer Coelho amiga querida este Senhor Paulo Eccel não tem nem a mais mínima Ideia do que diz, alu as imagens de um pouco do que se vive no meu país”

"Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte."



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Prefeito discute com presidente da Alesc possibilidade de repasse de recursos a Brusque

72 dias atrás

O prefeito Jonas Paegle, e o vice, Ari Vequi, participaram de reunião nesta quinta-feira (10) com o presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Silvio Dreveck. Na oportunidade, Paegle conversou com o representante do legislativo sobre a possibilidade de repasse de recursos a Brusque. Assim como Paegle, outros prefeitos da região também estiveram presentes em encontro realizado na Câmara de Vereadores. Para Paegle, o encontro foi importante para alinhar alguns interesses da cidade que dependem do apoio do Legislativo. Dreveck aproveitou a oportunidade para fazer um balanço do primeiro semestre da Alesc, que, segundo ele, obteve uma economia de R$ 10 milhões no primeiro semestre, dinheiro que será devolvido ao estado. Ele também abordou a parceria com a Câmara de Vereadores de Brusque para transmissão das sessões. Para ele, essa aproximação com os prefeitos da região é importante para conhecer de forma mais próxima as demandas dos municípios.  

Politica

Projeto quer proibir inauguração de obras públicas inacabadas em Brusque

73 dias atrás

Deu entrada na Câmara Municipal de Brusque esta semana um projeto de lei, número 36/2017, que proíbe a inauguração e entrega de obras públicas incompletas ou que, embora concluídas, não atendam ao fim que foram inicialmente destinadas. O projeto deu entrada na Câmara no dia 12 de julho deste ano e é de autoria do vereador Ivan Martins (PSD). Pelo projeto, para ser inaugurada e entregue oficialmente à população, a obra deve atender por completo requisitos como condições físicas, material de expediente e pessoal. Ficariam, abrangidas “toda construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação, realizada pelo Poder Público Municipal”. A legislação e as regras vai mais longe. Não poderão, se aprovada a proposta, ser inauguradas obras que não tiverem as devidas licenças e não atenderem “as exigências do Código de Obras e Edificações, do Código de Posturas do Município e a Lei de Ocupação do Solo, ou por falta de emissão das autorizações, licenças ou alvarás dos órgãos da União, estado ou do município. O autor da proposta afirma que a intenção é justamente evitar o que se vê muito, principalmente, às vésperas de eleições, muitas obras serem inauguradas sem ter as mínimas condições de funcionamento. O que vem causando muito transtorno para a cidade. “Dessa forma, visando coibir essa prática que temos acompanhado há muito tempo, elaboramos esse projeto de lei, que proíbe o Executivo e o próprio Legislativo de inaugurar qualquer obra que não esteja devidamente concluída, com toda equipe de funcionamento e tudo o que possa fazer ela atender de forma satisfatória a comunidade”, pontua Martins. Para fazer essa verificação, ou seja, conferir se tudo atende aos requisitos exigidos, o vereador sugere que se crie comissões na própria Câmara Municipal, que tem justamente o poder de fiscalizar as ações do executivo, quando a obra for deste poder, bem como do Legislativo. “Devidamente assessorados por profissionais da área e nós fazermos essa verificação 'in loco'. Se averiguarmos que essa obra está devidamente concluída ela será inaugurada. Do contrário, deixa para a próxima administração finalizar e inaugurar”, frisa ele. CLIQUE AQUI E CONFIRA O PROJETO NA ÍNTEGRA

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Samae vai ser investigado novamente por uma CPI

74 dias atrás

Foi criada na sessão desta terça-feira (8) a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a contratação de um servidor pelo Samae de Brusque. O objetivo e apurar caso em que o presidente da autarquia, Roberto Bolognini, foi acusado de burlar o processo seletivo, chamando para a vaga uma pessoa que ficou nas últimas posições. A criação da CPI já havia sido anunciada antes do recesso parlamentar, que iniciou na segunda metade de julho. Hoje, na retomada dos trabalhos em plenário, foram confirmadas as cinco assinaturas necessárias para que ela se tornasse oficiali automaticamente. O pedido de criação da mesma chegou a ser retirado antes do recesso, a pedido de Ivan Martins (PSD), que via nela elementos que poderiam tornar seus atos nulos. “Fizemos o requerimento de retirada, reformulamos novamente com todos os requisitos, apontando um caso isolado. Caso que dá indício de burlar o processo seletivo, com a contratação de um colaborador para atuar dentro de uma área que precisa de capacitação técnica”, disse o vereador Marcos Deichmann (PEN), autor do requerimento de criação da CPI. Assinaram o Requerimento de criação os vereadores Marcos Deichmann, Ana Helena Boos (PP), Jean Pirola (PP), Paulinho Sestrem (PRP) e Leonardo Schmitz (DEM). 

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