Abrigo na Arena Brusque já está desativado

A secretária de Assistência Social e Habitação da Prefeitura de Brusque, Mariana Martins da Silva, foi a entrevistada desta terça-feira (10) no programa Rádio Revista Cidade. Entre os assuntos tratados estiveram os números de atendimentos feitos pela pasta por conta do temporal da última quinta-feira, programas habitacionais, demanda e situação de moradores de rua.

Mariana frisou que a grande dificuldade enfrentada pelo setor no auxilio às pessoas afetadas se deu quando famílias precisam ser retiradas das moradias devido aos riscos de desabamento e desmoronamentos. Muitas preferiam permanecer devido à distância do abrigo, centralizado na Arena Brusque. A intenção pé estudar a criação e abrigos nos bairros para situações que vierem a ocorrer como a de última semana.

O abrigo montado na Arena foi desativado nesta terça-feira (10), por conta de que as famílias, três delas, retornaram para suas casas. As doações de alimentos, itens de higiene e limpeza, colchões, roupas, entre outros, feitos pela população e por órgãos como a Defesa Civil do estado também foram suspensas. Segundo a secretária, o que sobrou os itens vai ser encaminhado a entidades que realizam trabalhos assistenciais no município.

Das famílias que estavam no abrigo, duas eram do Bairro Nova Brasília, região da cidade mais afetada pelos estragos do temporal. Das três que estavam no abrigo, uma foi para a casa de parentes. Os dados mostram eu sete casas tiveram suas estruturas totalmente comprometidas. “Essas famílias, a Defesa Civil já interditou (as casas). Duas delas estão interditadas de forma temporária”, frisou Mariana.

Além do apoio do poder público municipal e do governo do estado, doações da população também foi grande. De acordo com a secretária, entre os itens estão roupas, brinquedos, alimentos e itens de higiene pessoal.

“A Defesa Civil do estado doou foram recebidos 50 colchões de solteiro, 50 kits acomodação (travesseiro, manta, lençol, cobertor), 50 kits de limpeza (balde, vassoura, saco de lixo) e 150 kits de higiene pessoal. Mais de 80 cestas básicas foram doadas pela população e entregue às famílias”.

Conjuntos habitacionais e programa de habitação

Outro assunto abordado na entrevista foi sobre os programas habitacionais e os problemas nos residenciais Minha Casa, Minha Vida, no Cedrinho, e Sesquicentenário, no Bairro Limeira Baixa. Mariana explicou que os imóveis não podem ser devolvidos à Caixa Econômica Federal, caso as famílias não queiram mais residir nos mesmos. Os que foram retomados pela Caixa vão a leilão e não podem ser passados a outras da lista de espera.

Os números do setor de Assistência Social apontam que há mais de sete mil famílias que aguardam por moradias. “O número pode ser maior ainda devido ao crescimento da cidade e a chegada de pessoas cada dia. Agora, terá de ser definido novamente o perfil dos moradores que necessitam de moradias”, pontuou Mariana.

Bolsa Família

Sobre o programa Bolsa Família, a secretária destacou que há, atualmente, em torno de 1.600 famílias que recebem o valor. Montante este que é limitado a R$ 170 por família.

Moradores de rua

Outra informação repassada pela secretária é quanto aos moradores de rua na cidade de Brusque e que recebem atenção por parte da secretaria. São 30 acompanhados atualmente por assistentes e psicólogos. “Desses 30, muitos foram para outras regiões por conta de que muitas pessoas saem da cidade, viajam no final de ano e saem da cidade. Neste período, temos em torno de 15 pessoas sendo atendidas”, pontua ela.

Segundo Mariana, um estudo será feito para tratar das questões dos moradores de rua. As medidas serão tomadas em caráter de urgência, como a formação de um comitê, composto por entidades públicas e órgãos da sociedade, bem como representantes dos moradores de rua. “Nem sempre o que a prefeitura quer ou pretende fazer é o que eles querem. Temos que chegar nesse meio termo para poder atender”.

As reivindicações encaminhadas ao setor de assistência social pelos moradores de rua são, em grande parte, para remissão de documentos pessoais perdidos por eles, bem como casos de doenças. A maioria é do sexo masculino. A maioria está nas ruas por conta de problemas e relacionamento familiar. Boa parte é de Santa Catarina, de outras cidades da região.

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